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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015


13/01/2015 20h40 - Atualizado em 13/01/2015 21h58

Juíza suspende multa por aumento em consumo de água em SP

Sabesp havia sido autorizada pela Arsesp a aplicar sobretaxa de até 100%.
Decisão ocorreu em resposta à ação da Proteste; ainda cabe recurso. 


A juíza Simone Viegas de Moraes Leme, da 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, determinou nesta terça-feira (13) a suspensão da chamada tarifa de contingência, ou sobretaxa, para quem aumentar o consumo de água neste ano.

A decisão ocorreu em resposta a uma ação da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste). A Sabesp e o governo de São Paulo disseram que vão recorrer da decisão. A Arsesp foi procurada pelo G1 na noite desta terça-feira  e ainda não se manifestou.

Na quarta-feira (7) a Sabesp foi autorizada pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) a aplicar multa de 40% a 100% para quem consumir mais água neste ano no comparativo entre fevereiro de 2013 e janeiro de 2014.

Em seu despacho, a juíza lamentou que a solução da crise dependa das chuvas e cobrou da Sabesp a eliminação das perdas e campanha de esclarecimento antes de impor multa aos consumidores. "Lastimamos nós, população, que a solução da crise esteja à mercê de São Pedro, pois não há nenhuma possibildade de controle de quando e quanto irá chover nos próximos meses", afirma a juíza. "A lição de casa deve ser feita por todos e não somente pelos consumidores."


O governo de São Paulo disse, em nota, que "confia na legalidade e na necessidade da aplicação da tarifa de contingência, instituída pela Arsesp para garantir o abastecimento de água à Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Por essa razão, vai pedir nesta quarta-feira, 14, ao presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) a suspensão da decisão.”

Multa prevista
A proposta inicial da Sabesp previa multa de 20% ou 50% sobre o valor total da conta considerando a mesma porcentagem de consumo excedente de 20%. A Arsesp informou que alterou a porcentagem para "manter equivalência à proposta original".


Com isso, seriam 40% de multa para quem consumir até 20% a mais do que a média do período anterior e a taxa de 100% para quem utilizasse mais que 20%. A medida seria válida somente na parte do gasto de água encanada, que representa metade do valor da conta. Os outros 50% são referentes ao serviço de coleta de esgoto.

Com a aplicação da sobretaxa, a meta do governo era reduzir 2,5 metros cúbicos por segundo de consumo. Os sistemas que abastecem várias regiões do estado de São Paulo têm enfrentado quedas frequentes do volume de água armazenado devido à falta de chuvas. Na Grande São Paulo, os principais sistemas, Cantareira, Alto Tietê e Guarapiranga, são os mais afetados.

Bônus
Entre fevereiro e outubro do ano passado, a companhia concedeu bônus de 30% na conta de clientes que economizassem 20% ou mais de água em relação à média de consumo entre dos 12 meses que vão de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014.


A medida foi adotada para estimular a redução no consumo. Desde novembro, o desconto gradual passou a ser dado para os imóveis que reduzirem o consumo entre 10% e 20%. O desconto foi prorrogado até o fim de 2015.

fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/01/juiza-suspende-multa-por-aumento-em-consumo-de-agua-em-sp.html

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

INCOMPETÊNCIA MUNICIPAL E PORCALHÕES QUE JOGAM LIXO NAS RUAS E PRAÇAS


22/12/2014 18h36 - Atualizado em 22/12/2014 21h38

Tempestade causa estragos no litoral de SP e deixa carros debaixo d'água

Chuva começou por volta das 16h30 e deixou o trânsito caótico.
Calçada em frente a uma obra na Linha Amarela, em São Vicente, cedeu.

Do G1 Santos

 

(Foto: Junior Fernandes/ Arquivo Pessoal)

Uma forte tempestade atingiu e provocou estragos em várias cidades do litoral de São Paulo no fim da tarde desta segunda-feira (22). A chuva, que começou por volta das 16h30 e não havia parado até às 19h00, chegou a deixar dezenas de carros cobertos pela água e provocou destruição.
Carro ficou submerso na Náutica, em São Vicente (Foto: Carolina Carla / Arquivo Pessoal) 
Carro ficou submerso na Náutica, em São Vicente
(Foto: Carolina Carla / Arquivo Pessoal)
 
Segundo a Defesa Civil, no mês de dezembro, até a manhã desta segunda-feira, havia chovido 71,4 milímetros em Santos. Nas últimas cinco horas, porém, o acumulado do dia já alcançava 90 milímetros.

Em Santos, além de dezenas de ruas inundadas, o trânsito ficou caótico em várias partes da cidade. Motoristas que deixaram o trabalho por volta das 18h encontraram dificuldade para chegar em casa por causa das ruas cheias e, muitos, permanecem parados no trânsito.

Já em São Vicente, o estrago foi pior. Um trecho da rua Marechal Deodoro, na Linha Amarela, afundou. Além disso, em alguns bairros da cidade a água subiu tanto que dezenas de carros ficaram parcialmente ou completamente cobertos pela água. Até um morador se arriscou com uma prancha. Ele praticou stand up paddle nas águas da chuva enquanto carros estavam parcialmente submersos.

O motorista que chega ao litoral de São Paulo por meio da via Anchieta encontra o tráfego completamente bloqueado na entrada de Santos. Por volta das 18h era impossível atravessar o local por causa do nível da água, que chegou a invadir parcialmente um supermercado que fica no local. A avenida Nossa Senhora de Fátima que também dá acesso à via Anchieta está parcialmente alagada na entrada de Santos e o trânsito está sendo desviado para a avenida Martins Fontes.

Em Praia Grande o motorista também encontra problemas próximo ao shopping na cidade, na avenida Ayrton Senna. Um dos viadutos está parcialmente alagado, causando problemas tanto no sentido da Capital, na região da Ponte do Mar Pequeno, tanto no sentido contrário.

Carros caíram em canal na Linha Amarela, em São Vicente (Foto: Fábio Ribeiro / Arquivo Pessoal) 
Carros caíram em canal na Linha Amarela, em São Vicente 
(Foto: Fábio Ribeiro / Arquivo Pessoal)
Avenida da praia próximo à praia do Itararé também está parcialmente alagada (Foto: Sandro Gois / Arquivo Pessoal) 
Avenida da praia próximo à praia do Itararé está parcialmente alagada 
(Foto: Sandro Gois / Arquivo Pessoal)
Na rua José Dias de Moraes água tomou conta do acesso (Foto: Nadir Mattos/Arquivo Pessoal)
Na rua José Dias de Moraes água tomou conta do acesso 
(Foto: Nadir Mattos/Arquivo Pessoal)

fonte: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/12/chuva-causa-pontos-de-alagamento-em-santos-e-sao-vicente.html

 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Museu Pelé tem dificuldades e espera "sobrevida" em 2015

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

BAIXA ESTIMA NO POVO DA RMBS

Pesquisa aponta redução do bem-estar na Baixada Santista
Pesquisa aponta queda de 0,2 em comparação com 2013. Educação, saúde e segurança são principais temas para população

Da Reportagem

O Índice de Bem-Estar Municipal (Ibem) registrou queda nas nove cidades da Baixada Santista. A pesquisa, realizada pelo Instituto Brasileiro de Estudos Sociais, Política e Estatística (Ibespe), tem como objetivo avaliar o ranking de bem-estar da região. O Ibem da região apresentou uma leve queda e ficou em 4,17. Em 2013, o índice era de 4,19.

O Ibem foi realizado entre os dias 12 e 24 de novembro com 800 entrevistas por cidade, totalizando 7.200 entrevistas na Região Metropolitana da Baixada Santista (ver gráfico no fim da matéria).

A pesquisa pede ao entrevistado que avalie o funcionamento de 12 temas dentro do município: saúde, segurança, educação, transporte público, limpeza pública, cultura e turismo, trânsito, comércios e serviços, trabalho e emprego, água e esgoto, esporte e lazer e infraestrutura.

A avaliação média dos temas em 2014 ficou em 4,48. A média do ano anterior, quando foi realizada a pesquisa pela primeira vez na Baixada Santista, ficou em 4,60. Para o Ibespe, a queda significa que a população avaliou sua cidade de forma mais crítica.

Apesar de índices mais controlados, segurança recebeu nota média de 2,72 (Foto: Luiz Torres/DL)
Apesar de índices mais controlados, segurança recebeu nota média de 2,72 (Foto: Luiz Torres/DL)
 
Educação
Em grau de importância, assim como em 2103, saúde e segurança seguem como as prioridades para quem vive na região. Entretanto, a educação ganhou um espaço maior, alcançando o terceiro lugar na lista, posto que pertencia ao trabalho e emprego.

A carteira assinada ficou atrás também do quesito água e esgoto, ocupando a quinta colocação. Entre os itens menos importantes, a população colocou cultura e turismo, o trânsito e o transporte público.

Líder negativo entre as áreas avaliadas, a saúde precisaria de ações urgentes (Foto: Matheus Tagé/DL)
Líder negativo entre as áreas avaliadas, a saúde precisaria de ações urgentes (Foto: Matheus Tagé/DL)
 
Prioridades possuem notas mais baixas
Se a Baixada Santista prioriza a segurança e educação, os temas receberam as piores notas por parte dos moradores dos nove municípios, apesar da melhora em comparação a 2013. Segurança recebeu uma média de 2,72, enquanto saúde esteve com média de 3,30. No ano passado, os quesitos tiveram avaliação de 1,77 e 3,15, respectivamente.

Entre os itens melhores avaliados em 2013, a questão do trabalho e emprego também foi mal avaliada, com média de 4,20.

Já os temas mais bem cotados pelos habitantes da Baixada Santista foram comércio e serviços (6,50), limpeza pública (5,08) e água e esgoto (4,97). Os números, inclusive, foram superiores a última pesquisa

Ainda entre os temas melhores avaliados, cultura e turismo, e educação tiveram as maiores quedas nas médias. O primeiro foi de 5,56 para 4,68, enquanto o segundo despencou de 5,48 para 4,63.

(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

FALTA D'ÁGUA NA REGIÃO

Sexta-feira, 24 de Outubro de 2014 - 12h45
Especialistas alertam

Se não chover em breve, região da Baixada Santista pode sofrer com falta de água

Eduardo Brandão

N/A
Nível do Rio Cubatão está abaixo da média
Os moradores da região não sentem nas torneiras a crise hídrica que afeta a Grande São Paulo e Campinas. Porém, em breve, a Baixada Santista pode ser atingida pela escassez no abastecimento caso as previsões de chuva não se confirmem ainda na primavera.

Assim constatam especialistas, que afirmam: a redução dos níveis dos rios locais é o primeiro alerta. A baixa no volume dos mananciais que abastecem a região foi relatada por A Tribuna, na edição de ontem (23), que mostrou a situação de dois rios: Cubatão e Pilões.

O primeiro – de onde se capta 42,8% da água consumida na região – é o que mais sente os reflexos da seca. As marcas na escala linimétrica (régua que verifica o nível da lâmina d'água) não deixam dúvidas: houve redução de, ao menos, dois metros na volumetria do rio.

A causa: a estiagem, que neste ano registra o pior histórico. “Se não chover substancialmente nos próximos meses, a região não estará livre de desabastecimento no verão”, afirma o climatologista da ONG Amigos da Água, Rodolfo Bonafim. 

O consultor ambiental Alessandro Azzoni também prevê o mesmo cenário. Além do aumento populacional na região durante a temporada de verão, ele aponta o desperdícios na rede como entraves a serem sanados. 

“Perde-se 30% de água do ponto de captação até o consumidor. Somado aos problemas de distribuição, há ainda as ligações clandestinas”, cita.

Para Bonafim, o sucateamento das tubulações de distribuição contribui para a perda do líquido durante o trajeto. “São encanamentos antigos, geralmente da década de 60, e que estão subdimensionados”. 

Outra questão a ser resolvida, segundo Azzoni, é a cultural: é preciso a realização constante e maciça de campanhas de conscientização do uso racional da água potável. 

“É natural que o turista, não aclimatado com as temperaturas do Litoral, use mais água. Seja em banhos demorados ou em piscinas. Há a necessidade de educação já nos pedágios”, afirma o consultor ambiental.

Como alternativas para suprir o possível desabastecimento, ambos defendem a utilização de lençóis freáticos e investimentos em novos pontos de captação de água nos rios da região (veja matéria nesta página). 

“Nosso sistema hídrico (da região) é bom, mas sofre em ocasiões especiais, como esta que enfrentamos com a falta de chuvas. E muito se perde com o desperdício”, cita Bonafim. 

Na alta temporada de verão, várias cidades da região costumavam enfrentar baixa pressão e pane no abastecimento de água. O cenário tornou-se menos grave com uma série de investimentos da Sabesp nos últimos seis anos. Entretanto, em dezembro passado, Guarujá registrou desabastecimento. Por esse motivo, a Prefeitura obteve na Justiça liminar (decisão provisória) por danos morais, contra a Sabesp, em função do problema.

Em janeiro, a falta de água chegou a Santos, no Morro São Bento. Bairros de São Vicente e Bertioga também sofreram com o desabastecimento.

Estudos visa novos mananciais

O Comitê da Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CBH-BS) finaliza um inventário sobre a situação dos rios da região. O estudo, com conclusão prevista para ainda este ano, balizará os futuros investimentos para a melhora do sistema de captação local de água. 

Uma das alternativas estudadas sinaliza para a ampliação da capacidade produtiva local, cujo potencial é um dos mais amplos do Estado. O líquido tratado excedente teria como destino outras regiões paulistas.

Segundo o presidente do colegiado, o prefeito de Bertioga Mauro Orlandini (DEM), o instrumento leva em consideração o crescimento demográfico regional para os próximos anos. 


“Precisamos entender qual o volume de água necessário a nossa região. Garantida a sustentabilidade, por que não enviar (o excedente) para a Capital, por exemplo? O importante é não descobrir um santo para cobrir outro”, explica.

Orlandini ainda cita que o levantamento apontará toda a potencialidade hídrica da região. E servirá para criação de um plano definitivo ao alerta da Agência Nacional de Águas (ANA). 

Um estudo da entidade mostrou que 16 dos 29 maiores aglomerados urbanos do País precisam achar novos mananciais para garantir o abastecimento até 2015. A lista inclui 472 municípios, entre entres 56 situados em três regiões metropolitanas de São Paulo (Baixada Santista, Campinas e a Capital).

Campanha
Outra vertente defendida é a ampliação das campanhas de economia de água. Em Bertioga, Orlandini diz finalizar leis de descontos no IPTU para os munícipes que tenham preocupações com o meio ambiente. 

“Não há reservatórios e nem investimentos que aguentem deixar as torneiras abertas sem necessidade”, cita. O prefeito acredita que a proposta pode ser levada às demais cidades. “Faremos aqui (Bertioga) o projeto piloto”.

Resposta
A Sabesp informa que, além da Capital e Interior, o abastecimento da Baixada Santista está garantido, apesar da estiagem e das altas temperaturas, que reduziram a vazão dos mananciais. Sobre o volume médio de água consumida diariamente por habitante na Baixada Santista, a empresa informa que esse índice “varia muito de município para município, assim como a vazão de água produzida para atender moradores e turistas”.

Sobre a conscientização do consumo, a Sabesp cita ter o Programa de Uso Racional da Água (Pura), que completou cinco anos na Baixada Santista. O programa desenvolve palestras, visitas técnicas para diagnóstico predial e orientações aos mais diversificados públicos. Por fim, a empresa informa que Cubatão é atendida pelo Rio Cubatão. No entanto, existe a possibilidade de complementar a vazão captada para a estação de tratamento de água da Cidade com volume da Represa Billings, quando necessário. A retirada da água da Billings não causa qualquer problema ambiental e o tratamento da água segue os parâmetros de potabilidade exigidos em lei.

fonte: http://www.atribuna.com.br/cidades/se-n%C3%A3o-chover-em-breve-regi%C3%A3o-da-baixada-santista-pode-sofrer-com-falta-de-%C3%A1gua-1.411006

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

TCE paralisa a compra de livros pela prefeitura de Guarujá

A aquisição dos livros como kits literários ocorreria na forma de pregão presencial, na ordem de R$ 3,8 milhões

Da Reportagem




O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) determinou a paralisação do pregão presencial na ordem de R$ 3,8 milhões, promovido pela Prefeitura de Guarujá para aquisição de livros paradidáticos pela Secretaria de Educação. Os livros seriam comprados como forma de kits literários, para alunos do Ensino Fundamental.

O TCE acatou a representação da empresa Expansão Empreendimentos Editoriais Ltda, que argumentou subjetividade na descrição do objeto ao indicar um rol de obras e autores prevendo a substituição respeitando o mesmo conteúdo; excesso de especificações dos livros; imposição de que seja ofertada a última edição dos livros exigidos à Secretaria e exíguo prazo de 20 dias para a entrega dos itens solicitados.

Para o Tribunal, os argumentos são suficientes para concluir a ocorrência de possível violação à legalidade e competitividade. O conselheiro Sidney Estanislau Beraldo determinou liminarmente a suspensão da sessão pública de recebimento de envelopes e a adoção de medidas corretivas até deliberação do Tribunal, que notificou a Prefeitura sobre a decisão, abriu prazo para a defesa.

Prefeitura garante que há tempo para equacionar questão (Foto: Luiz Torres/DL
Prefeitura garante que há tempo para equacionar questão (Foto: Luiz Torres/DL

Prefeitura

A Secretaria de Educação de Guarujá acatou a decisão do TCE e tomará as medidas necessárias. Este processo licitatório trata-se de aquisição de livros para realização de projeto de leitura, que deverá ser iniciado em 2015.

A paralisação não prejudicará o aprendizado dos alunos, visto que o projeto de leitura é uma atividade extra sala de aula e deverá ser implantado a partir de fevereiro próximo. Portanto, tempo hábil para solução da questão.
fonte: http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/45466-tce-paralisa-a-compra-de-livros-pela-prefeitura-de-guaruja

domingo, 9 de novembro de 2014

Candidatos eleitos da Baixada Santista gastaram R$ 7,2 milhões

Levantamento aponta que os deputados estaduais gastaram mais do que os federais



Os três deputados estaduais e os três federais eleitos pela Baixada Santista gastaram, juntos, R$ 7 milhões, 257 mil, 255 reais e 31 centavos na última campanha eleitoral.

 As despesas dos três representantes eleitos para a Assembleia Legislativa – Caio França (PSB), Cássio Navarro (PMDB) e Paulo Corrêa Júnior (PEN) – chegaram a R$ 3.843.741,57 e superaram a dos escolhidos para a Câmara Federal – Beto Mansur (PRP), Marcelo Squassoni (PRB) e João Paulo Tavares Papa (PSDB) – que totalizaram R$ 3.413.513,74.

Os dados constam na prestação final de contas que os concorrentes informaram ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). O site do órgão, www.tre-sp.jus.br, apresenta detalhadamente todas as despesas dos candidatos.

Beto Mansur lidera o ranking do custo do voto entre os eleitos. Para obter os 31.301 votos que o conduzirão ao quinto mandato na Câmara Federal, ele gastou R$ 1.889.061,88. Pode-se dizer que para obter cada voto, o custo foi de R$ 60,35.

O campeão de gastos foi o ex-vereador vicentino Caio França (PSB), eleito deputado estadual com 123.138 votos, e que gastou R$ 2.620 mil.056,92. Ele é o segundo no ranking custo do voto, na região, com R$ 21,27 para cada um dos votos.

O ex-vereador de Praia Grande Cássio Navarro (PMDB) teve o custo do voto calculado em R$ 14,71, quando são divididas suas despesas (R$ 737.136,91) pelo total obtido nas urnas (50.093).


  Candidatos eleitos da Baixada Santista gastaram R$ 7,2 milhões durante a campanha (Fotos: Diário do Litoral)

Candidatos eleitos da Baixada Santista gastaram R$ 7,2 milhões durante a campanha (Fotos: Diário do Litoral)

A primeira atuação na Assembleia Legislativa, a partir do próximo ano, custou ao pastor Paulo Corrêa Júnior (PEN) R$ 486.547,74. Com isso, cada um dos 38.489 votos conferidos em 5 de outubro lhe custou R$ 12,64.

O ex-prefeito santista João Paulo Tavares Papa (PSDB) teve R$ 1.278.578,76 em sua primeira eleição para um cargo legislativo e cada um dos seus 117.590 votos chegou a custar R$ 10,87.

 
A lanterna da relação despesas/total de votos fica com o presidente da Câmara de Guarujá, Marcelo Squassoni (PRB). Os gastos (R$ 245.873,10) divididos pelo total de votos (30.315) resultam em R$ 8,11 para cada um dos votos recebidos.

 
Deu sede na equipe
A prestação de contas dos candidatos na Justiça Eleitoral é feita contabilizando cada gasto. Boa parte dos concorrentes discrimina as despesas com itens genéricos, tais como “serviços prestados por terceiros” ou “despesas pessoais”.

 
O gasto com publicidade, desde a confecção de cartazes, bunners e faixa, até publicidade em jornais também merece destaque, tal como a locação de carros para movimentar as equipes. Já o aluguel de imóveis para montar comitês tem um custo menor, se comparado com o total das despesas.

 
Analisando os itens de cada representante da região, um dado chamou a atenção: a sede da equipe que trabalhou para Papa. O ex-prefeito discriminou R$ 3.550,00 só com água.


fonte:http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/45532-candidatos-eleitos-da-baixada-santista-gastaram-r-72-milhoes

 
Os três deputados estaduais e os três federais eleitos pela Baixada Santista gastaram, juntos, R$ 7 milhões, 257 mil, 255 reais e 31 centavos na última campanha eleitoral.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Aproveitamento de Água da Chuva | EcoCasa Construção Sustentável

Aproveitamento de Água da Chuva | EcoCasa Construção Sustentável

PREFEITOS DA RMBS DISCUTEM NO CONDESB A INCOMPETÊNCIA (INDIVIDUAL E COLETIVA) DELES PARA MELHORAR O TRANSPORTE PÚBLICO NOS NOVE MUNICÍPIOS

Transporte Público de Passageiros é tema de discussão do Condesb

Na pauta da reunião, ficou decidida a necessidade de se estabelecer critérios metropolitanos para melhorar a qualidade do transporte coletivo da Região Metropolitana

Da Reportagem


As políticas públicas do transporte de passageiros nos nove municípios que compõem a Região Metropolitana da Baixada Santista foram o tema da reunião extraordinária realizada nesta quinta-feira (30), na sede da Agência Metropolitana da Baixada Santista, com o objetivo de estabelecer conduta regionalizada, com caráter metropolitano, definindo parâmetros e estratégias para a melhoria da qualidade dos serviços oferecidos aos usuários.

Estiveram presentes na reunião a prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito; o prefeito de Bertioga, Mauro Orlandini; o presidente da CET- Santos, Antonio Carlos Silva Gonçalves (representando o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa), o presidente do Sindicato dos Rodoviários de Santos e Região, Valdir Pestana; o diretor da Translitoral, José Roberto Sobral; o diretor executivo da Agem, Marcelo Bueno, além dos dirigentes municipais do setor na Região.

Na pauta da reunião, ficou decidida a necessidade de se estabelecer critérios metropolitanos para melhorar a qualidade do transporte coletivo da Região Metropolitana. Assuntos como contratos, tarifas, desonerações, subsídios, salários, investimentos, dificuldades encontradas pelas empresas, e também pelos prefeitos e dirigentes municipais, estiveram em discussão. 

Marcelo Bueno, diretor executivo da Agem, ressaltou que esse é verdadeiramente o papel da Agem, quando promove a interlocução entre os municípios, o Estado e os mais diversos segmentos da sociedade. “O nosso papel é de interlocução e de luta pela preservação dos direitos e garantias de todos, previstos na Constituição”.

A coordenadora da Câmara Temática de Trânsito e Transporte de Passageiros e secretária de Transportes de Praia Grande, Raquel Chini, reforçou a importância de os municípios contribuírem com o preenchimento das planilhas elaboradas para que se tenha um raio-x do serviço oferecido em toda a Região Metropolitana. “Cada município tem as suas especificidades, mas precisamos entender quais são e aprofundar este estudo. Precisamos buscar uma identidade regional, com critérios mínimos para as novas licitações”.

Reunião extraordinária foi realizada nesta quinta-feira (30) (Foto: Richard Durante Jr.)
Reunião extraordinária foi realizada nesta quinta-feira (30) (Foto: Richard Durante Jr.)

Maria Antonieta, prefeita de Guarujá, garante que o mais importante na discussão das políticas públicas de transporte coletivo será “a uniformidade de procedimentos para o avanço na qualidade do transporte coletivo da região. Não de alguns municípios ou de valores”.

O prefeito de Bertioga, Mauro Orlandini, defende que deve se encontrar uma “solução global” para as necessidades do transporte na RMBS e que se “conquiste maior conforto aos passageiros”.

PAC
Os prefeitos de Guarujá e de Bertioga, entendem que o melhor caminho é centralizar as discussões no Grupo de Planejamento Regional, por meio do campo funcional Mobilidade, criado a partir da reorganização das Câmaras Temáticas do Condesb, proposta pelo plano estratégico da Agem. Os prefeitos também relembraram o papel estratégico da Agem e do Condesb na articulação e suporte técnico na busca de recursos junto ao governo Federal por meio do PAC 2, no ano passado. No centro das informações e deste importante processo, a Agem, na ocasião, reuniu os nove prefeitos e suas assessorias técnicas para discussão, alinhamento e definição de obras de Mobilidade, consideradas prioritárias para a RMBS.

Planilha
Cada município precisará preencher uma planilha contendo o perfil do transporte coletivo e informações como: número de passageiros; frota; gratuidade; receitas; tarifas; subsídios; integração, abrigos, entre outros. O material será apresentado e discutido em nova reunião da câmara temática, a ser marcada nas próximas semanas.

fonte: http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/45064-transporte-publico-de-passageiros-e-tema-de-discussao-do-condesb

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

VAMOS ECONOMIZAR ÁGUA BAIXADA!

São Paulo pode ficar sem água a partir de novembro caso não chova nos próximos dias, admite Sabesp


Por causa da falta de chuvas desde o início do ano, a capital e vários municípios do interior do estado, que tem 40 milhões de habitantes, enfrentam o mais grave problema de abastecimento de água




Sistema cantareiro, que distribui água para parte do estado de São Paulo
Sistema cantareiro, que distribui água para parte do estado de São Paulo (Divulgação/ Sabesp)


A presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Dilma Pena, admitiu nesta quarta-feira (15) que São Paulo passa “por uma grave crise” e que, se não chover nos próximos dias, a primeira cota de volume morto do Sistema Cantareira pode acabar em meados de novembro, levando à falta d'água na capital. A reserva técnica ou volume morto é o volume que está abaixo do nível mínimo da estrutura de captação de água nas represas.

“Temos disponibilidade suficiente para atender à população nesse regime de chuvas até meados de novembro”, disse Dilma em depoimento na comissão parlamentar de inquérito (CPI) da Câmara Municipal que investiga o contrato entre a Sabesp e a prefeitura de São Paulo e a falta d'água em alguns bairros da capital.

Por causa da falta de chuvas desde o início do ano, a capital e vários municípios do interior do estado enfrentam grave problema de abastecimento de água. O Sistema Cantareira, um dos mais afetados pela estiagem, responde pelo abastecimento de água para 9 milhões de pessoas na capital e na região metropolitana de São Paulo. Hoje, por exemplo, o sistema opera com 4,3% de sua capacidade, diz a Sabesp.

Para contornar o problema, a companhia ainda espera autorização judicial para usar a segunda cota do volume morto do sistema. Desde o dia 15 de maio, a Sabesp tem captado água da primeira cota.

Em seu segundo depoimento na CPI, Dilma lembrou que a Sabesp está construindo uma obra que poderá aumentar o nível do sistema em até 12%. “Temos uma obra já licenciada, em fase de finalização, para disponibilizar 106 milhões de metros cúbicos para o Cantareira. A população da cidade de São Paulo e da região metropolitana, inclusive de Campinas [interior do estado], poderá contar com essa água.”

Também presente à audiência, o promotor José Eduardo Ismael Lutti criticou as ações adotadas pela companhia para evitar a crise no abastecimento de água da capital. “O que fica claro, depois de ouvir declarações de funcionários da Sabesp, é que a companhia não planeja o bastante para garantir a segurança hídrica em qualquer tipo de cenário, a não ser acreditando que as chuvas virão normalmente." Segundo Lutti, a esperança da companhia é a adesão das pessoas ao bônus por ela oferecido aos clientes que economizarem água. "Não há um planejamento do recurso hídrico com segurança”, disse ele.

Nesta quarta-feira, Dilma Pena voltou a descartar que haja racionamento  em São Paulo, apesar de moradores de diversos bairros reclamarem da falta de água. Na semana passada, ela disse que a companhia tem diminuído a pressão do bombeamento de água à noite, o que estaria afetando o abastecimento em residências instaladas em locais altos ou sem caixa d'água.

fonte:  http://acritica.uol.com.br/noticias/Sabesp-dagua-Paulo-chover-proximos_0_1230476978.html

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

DENÚNCIA DE MORADORES DO MACUCO EM SANTOS-SP

Dersa alerta que casas no Macuco não estão sendo demarcadas

A Dersa também informou, através de nota encaminhada à Reportagem do DL que as atividades relativas à desapropriação só serão iniciadas após a publicação do Decreto de Utilidade Pública

Esta semana, moradores do Macuco comunicaram a Dersa, responsável pela obra do Submerso – Túnel Santos/Guarujá que pessoas se apresentando como funcionários da Companhia estariam demarcando residências e informando aos moradores que eles seriam desapropriados. No entanto, o gerente da Divisão de Gestão Social da Dersa Luciano Dias afirmou que este procedimento não existe. “Precisamos alertar que não existe funcionário da Dersa fazendo demarcação no bairro”, garantiu.

Segundo ele, a Dersa ainda não iniciou nenhum trabalho relativo à desapropriação de imóveis. “É importante que as pessoas chequem nomes, documentos e crachá. Procure saber o que estão querendo fazer e quem são”, explica Dias, completando ainda que os funcionários da Dersa e de suas prestadoras de serviço podem ser reconhecidos através do crachá de porte obrigatório.

Moradores devem pedir identidade e crachá (Foto: Matheus Tagé/DL)
Moradores devem pedir identidade e crachá (Foto: Matheus Tagé/DL)

A Dersa também informou, através de nota encaminhada à Reportagem do DL que as atividades relativas à desapropriação só serão iniciadas após a publicação do Decreto de Utilidade Pública do empreendimento, o qual deverá ocorrer em até 60 dias. “Só após este decreto é que poderemos fazer qualquer coisa a respeito de demarcação e desapropriação”.

A companhia informa que os trabalhos contemplam a apresentação do cronograma de intervenções, visita, cadastro, avaliação e pagamento. “Todas essas atividades serão previamente comunicadas aos moradores e os atendimentos serão realizados individualmente para que se possa tratar cada caso com clareza e precisão”.

fonte:http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/43545-dersa-alerta-que-casas-no-macuco-nao-estao-sendo-demarcadas